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terça-feira, 12 de outubro de 2010
INOVAR É VIVER!
Novidade, na Internet,não é novidade!
A cada dia a rede nos faz parecer mais velhos e renascer mais novos na manhã seguinte;dormimos com o PC e acordamos com o lap-top;dormimos com um livro e acordamos com o kindle;dormimos com o iPhone e acordamos com os tablets.
Pois,sim,os tablets são o mais novo hit da rede.Eles vão mudar o seu modo de se informar,trabalhar e se divertir,cara pálida.E vai ser muito bom!
Na verdade, o tablet é ,simplesmente,uma prancheta;não aquela prosaica que você levava para a escola ou trabalho.Ele agrega os recursos de um computador portátil aos dos smartphones, aqueles celulares que nos dão acesso à internet,sonho de consumo de muitos brasileiros.Tem uma tela sensível ao toque,responde ao movimento dos dedos,permitindo” folhear “páginas da internet,fotos e livros digitais.
Como é um aparelho maior,permite uma leitura agradável e assistir a vídeos,com mais conforto.
Os primeiros foram apresentados por Steve Ballmer,da Microsoft, na maior feira de eletrônicos do mundo,em Las Vegas;mas,o queridinho dos internautas vai ser mesmo,segundo as más línguas,o criado pela Apple,que deverá ser lançado em Fevereiro,já de olho na internet móvel,cujo tráfego deve crescer 66 vezes entre 2008 a 2013.
“Não se ansiava tanto por uma tabuleta desde que Moisés desceu do monte com os mandamentos”,escreveu o colunista do New York Times.
O Google não poderia ficar de fora e apresentou o Nexus One,um telefone celular com acesso à internet e tela touch screen,feito para concorrer com o iPhone.
Bem,em se falando de internet,o céu é o limite.
O medo dos donos de mídia impressa me parece justificável; em qualquer lugar,o leitor de jornais e revistas poderá ter acesso aos seus preferidos com apenas um toque de dedos diretamente na tela.Uma tela colorida,maior e que,certamente,tornará a leitura muito mais prazerosa.
Nem Merlin faria melhor!
Desde 2009 aderi aos livros digitais,sem desprezar os impressos,é claro,os quais ainda prefiro.Lancei o” Maktub “na Bienal da Bahia,um pequeno e-book de mensagens e estórias curtas e de 2009 para cá já vendi cerca de 1000 exemplares,a custo baixíssimo.
Em breve lançarei “As filhas do General”,um romance curto,aliás minha primeira investida nesta área de ficção,que adorei escrever.
É isso ai,amigos,a fila anda...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
AS CONFISSÕES DO INTERNAUTA
AS CONFISSÕES DO INTERNAUTA
VI,não digo que com surpresa,pois nada mais me surpreende,que os pecadores em geral,sejam responsáveis por pecados mortais ou veniais,já podem se livrar do peso dos mesmos,confessando-se pela internet.Isso mesmo que vocês leram;existe um site,procuradissimo,o “Diary Confession”,onde pode-se contar todos os pecados,desde o rabo de olho que se passa no namorado da vizinha até o assassinato mais cruel.Na verdade,quem teve a idéia do site foi um padre italiano;mas,o Papa jogou areia no brinquedo e o site foi proibido;para renascer em todo seu esplendor nos States,pois americanos adoram novidades,computadores e são muito comodistas.
Fiquei curiosa de saber como funciona.
Primeiro,a pessoa adota um “nickname”,vulgo apelido,em terras menos cultas;depois,escreve todos os pecados e envia.Dizem que é perfeitamente seguro,irrastreável(?),á prova de hackers e chantagistas.Cá com meus botões de nordestina terceiro- mundista,me pergunto:-Como devo iniciar a confissão?
Eu,pecador,me confesso ao Windows?Mas, o Windows é tão lento que,até chegar ao céu,a pessoa já cometeu milhares de outros.
Afinal,chega-se ao céu,ou á Microsoft?E a Microsoft virará Microsofre!?Quanto espaço tomaria a confissão de Bush,p/ex.?Se ele fosse listar os 100000000de mortos e a crise republicana acordada no seu (des)governo?
Outra dúvida: haverá absolvição?Quantos padrenossos e avemarias para cada transgressão?
Gente,confesso que estou confusa!
Há muito tempo que só me confesso a mim mesma e diminuí um bocado a lista das coisas que considero pecados, tornando minha vida mais fácil.
No meio de tudo isso surge uma questão ética que, aliás,já existia no tempo do confissionário tradicional;e,se o sujeito confessa um crime?
O padre não podia contar(assistiram ao excelente filme “A Tortura do Silencio”,com Montgomery Cliff?);e,a internet,pode?deve?É confusão demais para os poucos neurônios que me sobraram depois de terem sido usados por quase 66 anos.Digo quase,porque ainda tenho um tempinho e vou lutar por ele.Sem cometer o pecado da vaidade,é claro.Que,aliás,é venial.
VI,não digo que com surpresa,pois nada mais me surpreende,que os pecadores em geral,sejam responsáveis por pecados mortais ou veniais,já podem se livrar do peso dos mesmos,confessando-se pela internet.Isso mesmo que vocês leram;existe um site,procuradissimo,o “Diary Confession”,onde pode-se contar todos os pecados,desde o rabo de olho que se passa no namorado da vizinha até o assassinato mais cruel.Na verdade,quem teve a idéia do site foi um padre italiano;mas,o Papa jogou areia no brinquedo e o site foi proibido;para renascer em todo seu esplendor nos States,pois americanos adoram novidades,computadores e são muito comodistas.
Fiquei curiosa de saber como funciona.
Primeiro,a pessoa adota um “nickname”,vulgo apelido,em terras menos cultas;depois,escreve todos os pecados e envia.Dizem que é perfeitamente seguro,irrastreável(?),á prova de hackers e chantagistas.Cá com meus botões de nordestina terceiro- mundista,me pergunto:-Como devo iniciar a confissão?
Eu,pecador,me confesso ao Windows?Mas, o Windows é tão lento que,até chegar ao céu,a pessoa já cometeu milhares de outros.
Afinal,chega-se ao céu,ou á Microsoft?E a Microsoft virará Microsofre!?Quanto espaço tomaria a confissão de Bush,p/ex.?Se ele fosse listar os 100000000de mortos e a crise republicana acordada no seu (des)governo?
Outra dúvida: haverá absolvição?Quantos padrenossos e avemarias para cada transgressão?
Gente,confesso que estou confusa!
Há muito tempo que só me confesso a mim mesma e diminuí um bocado a lista das coisas que considero pecados, tornando minha vida mais fácil.
No meio de tudo isso surge uma questão ética que, aliás,já existia no tempo do confissionário tradicional;e,se o sujeito confessa um crime?
O padre não podia contar(assistiram ao excelente filme “A Tortura do Silencio”,com Montgomery Cliff?);e,a internet,pode?deve?É confusão demais para os poucos neurônios que me sobraram depois de terem sido usados por quase 66 anos.Digo quase,porque ainda tenho um tempinho e vou lutar por ele.Sem cometer o pecado da vaidade,é claro.Que,aliás,é venial.
IMG:Eu,me confessando em frente ao PC.
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